domingo, dezembro 10, 2006

(PS...)

… Eu acredito no Manuel, que está sozinho.
Para o Manuel, um é uma multidão
e uma voz são todas as vozes que ele pode escutar.

Para o Manuel, um são dois e dois são mil…,
e mil são mais que suficientes
para fazer de uma ideia imaginada uma certeza um pouco menos ácida.

(… porque no dia em que encontrou o mel no fundo do frasco de vidro transparente, entranhou-se no gesto essa estranha maneira de existir para o mundo e o seu (d)eu(s) deixou-se ficar…).

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